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IFRS 18 entra em vigor em 2027 e muda a apresentação das demonstrações financeiras
A partir de 1º de janeiro de 2027, entra em vigor a IFRS 18, nova norma que padroniza a forma de apresentação das demonstrações financeira
A partir de 1º de janeiro de 2027, entra em vigor a IFRS 18, nova norma que padroniza a forma de apresentação das demonstrações financeiras e introduz mudanças relevantes na comunicação do desempenho financeiro das empresas.
As mudanças contábeis serão obrigatórias para todas as empresas que elaboram demonstrações financeiras de acordo com as Normas Contábeis Internacionais, independentemente do setor de atuação. A norma estabelece requisitos gerais que deverão ser observados na apresentação e na divulgação das informações contábeis.
Andréia Davanço, professora do curso IFRS 18: Nova Estrutura de Demonstrações Financeiras e coordenadora do MBA em Normas Brasileiras de Contabilidade e IFRS, ambos da Trevisan Escola de Negócios, explica que a nova norma busca padronizar a forma de apresentação do desempenho financeiro, anteriormente marcada por elevada discricionariedade, o que dificultava a comparabilidade entre as empresas:
“A IFRS 18 introduz uma nova estrutura para a Demonstração do Resultado (DRE), com categorias padronizadas (operacional, investimentos e financiamentos), além de regras mais claras para o uso de subtotais e indicadores de desempenho definidos pelas Medidas de Desempenho da Administração (MPMs). Isso exige revisões em processos, sistemas e julgamentos contábeis”, disse.
Além da Demonstração do Resultado, que passa a ter uma estrutura mais padronizada, a nova norma contábil também impacta de forma significativa, segundo a especialista, as notas explicativas, especialmente na divulgação de indicadores alternativos de desempenho e na explicação dos resultados.
Para Davanço, entre avanços e inovações, a IFRS 18 permitirá maior comparabilidade entre empresas. Os investidores poderão avaliar o lucro operacional de diferentes companhias sem a necessidade de ajustes manuais. Também haverá melhor compreensão da performance operacional, redução de interpretações subjetivas na apresentação dos resultados e maior transparência na divulgação de indicadores gerenciais. Ao trazer as MPMs para dentro das notas explicativas, a norma aumenta a confiança nos números apresentados:
“Ao separar de forma objetiva os resultados gerados pelas operações, pelos investimentos e pelos financiamentos, assim como exigir explicações claras sobre ajustes e métricas utilizadas nas medidas de desempenho da administração, os investidores e credores terão uma visão mais clara dos resultados. Com isso, a IRFS 18 atende seu propósito”, completa.
Embora 2027 possa parecer distante, a IFRS 18 exige que os dados comparativos do período anterior (2026) sejam reestruturados quando as empresas divulgarem seus primeiros balanços sob a nova norma.
Além disso, as mudanças demandam a atualização de sistemas de TI, a revisão dos planos de contas e o treinamento das equipes contábeis. O objetivo do curso da Trevisan Escola de Negócios é oferecer uma visão clara dos desafios e das oportunidades trazidos pela nova norma, preparando os profissionais para aplicar seus conceitos de forma eficaz no ambiente corporativo.
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