O simples recebimento de rendimentos como dividendos, juros ou ganhos com aplicações financeiras no exterior já torna obrigatória a entrega da declaração neste ano
Área do Cliente
Notícia
Bom humor derruba dólar e impulsiona alta na Bolsa
Dólar comercial fechou a semana em baixa de 1,28%, cotado a R$ 3,7372 para venda; Bolsa sobe 2,96%
O mercado financeiro reagiu ao anúncio dos novos nomes da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro, com a cotação da moeda norte-americana encerrando a semana em queda e o índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo, registrando alta no fechamento do pregão.
O dólar comercial fechou a semana em baixa de 1,28%, cotado a R$ 3,7372 para venda, mantendo a tendência de queda nos últimos pregões. A moeda norte-americana ainda acumula uma valorização de 14% no ano em relação ao real.
O ambiente doméstico favorável, que levou o dólar a abrir em queda nesta sexta-feira (16/11), ganhou impulso com a perda de fôlego da divisa americana nos mercados globais ao longo do dia, levando a moeda a fechar em queda de 1,20% frente ao real, aos R$ 3,7384 no mercado à vista. Na semana, contudo, o dólar ficou estável.
Operadores ouvidos pelo Broadcast -sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado -acreditam que o câmbio opera ainda em ajuste após a alta do início da semana, que levou a divisa aos R$ 3,82, em busca de um novo patamar.
"O dólar tenta encontrar um suporte, que deve se manter em torno dos R$ 3,70 a R$ 3,80. Não acho que alguém vá correr o risco de ficar exposto, vendido abaixo dos R$ 3,70, a menos que haja noticiário para isso", aponta um operador.
Internamente, o fator de maior peso no câmbio foi a indicação, feita na quinta-feira, de Roberto Campos Neto para o Banco Central, nome visto pelos investidores como técnico e próximo ao mercado.
O bom humor foi alimentado pela manhã com as sinalizações de que a diretoria atual do BC pode ser mantida e a confirmação da continuidade do diretor de Política Econômica, Carlos Viana de Carvalho, no cargo. Além disso, agradou o anúncio da permanência de Mansueto Almeida à frente do Tesouro Nacional.
BOLSA EM ALTA
O índice B3 terminou o pregão desta sexta (16/11) em forte alta de 2,96%, com 88.515 pontos. As ações das grandes companhias, chamadas de blue chip, seguiram a tendência com Petrobras encerrando a semana em valorização de 2,91%, Vale com mais 1,70%, Itau subindo 3,05% e Bradesco em alta de 4,28%. Os papéis da Eletrobras também fecharam com destaque positivo, com alta de 8,60%.
A alta expressiva do Índice Bovespa, que refletiu o bom humor do mercado com o noticiário político doméstico e ainda se beneficiou de influência positiva das bolsas de Nova York.
O índice já iniciou o dia em terreno positivo, ganhou maior fôlego no período da tarde e fechou aos 88.515,27 pontos, praticamente na máxima do dia, em alta de 2,96%.
A abertura positiva foi determinada por um conjunto de fatores, como a alta dos preços do petróleo e os ajustes nos preços das ações cujos American Depositary Receipts (ADRs) haviam subido com força na quinta-feira, quando o mercado brasileiro não operou.
No pano de fundo estava a repercussão do anúncio de mais nomes para a equipe econômica do governo eleito: Roberto Campos Neto para o Banco Central, Mansueto Almeida, que permanecerá no Tesouro Nacional, e Carlos Viana, mantido na diretoria de Política Econômica do Banco Central.
"O mercado está feliz com os nomes anunciados pelo novo governo, que indica estar comprometido com a agenda de reformas. A manutenção de nomes como o de Mansueto mostra que há a intenção de manter o que de melhor existe na agenda econômica do atual governo", disse Victor Cândido, economista-chefe da Guide Investimentos.
À tarde, o Ibovespa ganhou fôlego extra após a melhora das bolsas de Nova York, que mais cedo caíram. Por lá, os ativos responderam positivamente à sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que pode chegar a um acordo com a China, que o levaria não impor mais tarifas sobre o país asiático.
Notícias Técnicas
Aqueles que realizaram investimentos na bolsa de valores e se encaixam nos critérios de obrigatoriedade, precisam declarar as movimentações
Mesmo transações simples com criptomoedas como transferências entre carteiras já são consideradas movimentações e, em muitos casos, devem ser informadas
A Receita Federal informa a atualização das Tabelas 4.3.11, 4.3.13 e 4.3.15
A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram, nesta 4ª feira, o Informe Técnico 2025.002 v.1.50
Notícias Empresariais
A zona de conforto mais perigosa não é a mais fácil. É a mais sofisticada. Porque ela te mantém produtivo, reconhecido e ocupado… enquanto sua evolução desacelera sem que você perceba
Educação corporativa deixa de ser benefício complementar e passa a funcionar como motor de produtividade, retenção, saúde organizacional e crescimento sustentável
Retorno sobre investimento de até 500%, mas apenas 1 em cada 20 projetos de empresas em IA entrega resultado
No ano passado, o Brasil registrou 38.740 testamentos, o maior número da série histórica, mas esbarra em mudanças na legislação
Pesquisa divulgada recentemente aponta que, em março, o endividamento das famílias brasileiras atingiu 80,4%
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional