Novo marco legal moderniza a Administração Tributária, fortalece a segurança jurídica e institui tratamento diferenciado ao bom contribuinte e ao devedor contumaz
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Pequenas empresas podem lucrar até nos feriados
Não só a indústria, mas o comércio varejista também precisa ficar atento para aproveitar as oportunidades e diminuir os prejuízos
Não é apenas o carnaval. Este ano, dez feriados vão cair em dias úteis e poderão impactar diretamente a economia do Brasil. Se para setores como o do turismo as datas comemorativas são fomentos para novos negócios, para outros viram sinônimos de prejuízos. É o caso do comércio varejista e da indústria, que, juntos, devem amargar perdas da ordem de R$ 70,5 bilhões até o fim do ano, segundo estimativas de entidades ligadas a esses segmentos. Porém, nem tudo pode ser negativo se o empresário souber se programar e criar estratégias para usar os feriados a favor dos negócios e alavancar as vendas.
Durante os feriados, dois setores são os que mais sofrem: o comércio, que é obrigado por lei a fechar as portas ou tem que pagar o dobro dos custos trabalhistas, e a indústria, que paralisa a produção, aumentando os custos operacionais. Os empresários do setor industrial devem antecipar cenário e otimizar o esforço produtivo e o aumentar o volume comercial para reverter os dias úteis que serão retirados do calendário, com baixas na produção e nas vendas. Essa é a opinião do gerente de Acesso a Mercados do Sebrae no Rio Grande do Norte, David Xavier.
“O empresário já sabe quantos dias terá sem funcionários, sem produção e sem vendas. O que precisa é fazer um trabalho comercial prévio e aumentar a produtividade antecipadamente para compensar essas datas. Hora extra, redefinição de metas - as estratégias vão variar conforme o tipo de negócio, mas não há outro caminho senão o planejamento”.
David Xavier lembra que nem tudo é negativo para o setor industrial, sobretudo em estados como o Rio Grande do Norte, onde o turismo de sol e mar é uma das bases econômicas. Para quem fabrica produtos ligados à cadeia do turismo, como fábricas de gelo, refrigerantes, sorvetes, sucos e água de coco, os feriadões prolongados são uma oportunidade para vender mais.
Comércio varejista
Não só a indústria, mas o comércio varejista também precisa ficar atento para aproveitar as oportunidades e diminuir os prejuízos. “É possível se preparar e se programar para comprar insumos e para vender produtos que tenham a temática dessas datas comemorativas”, ressalta a gerente de Orientação Empresarial do Sebrae no estado, Gilvanise Borba. Ela também acredita que a palavra-chave para driblar os efeitos negativos dessas datas comemorativas é planejamento.
No comércio, os empresários podem planejar campanhas promocionais antecipadamente, aproveitando os dias que antecedem os feriados para vender produtos com preços atrativos que podem ser necessários em períodos de recesso. Como protetor solar, roupas de banho, acessórios e cosméticos.
Outra dica é redistribuir as metas diárias de vendas, já que o número de dias úteis será menor ao longo do mês. Uma saída é alterar as metas dos funcionários e motivá-los a cumpri-las. É possível também aproveitar a internet para divulgar produtos e serviços em redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas podem despertar o interesse do cliente. Os consumidores terão mais tempo disponível para dar atenção às promoções e definir os produtos que desejam comprar.
O empresário do comércio deve também incrementar as vitrines e portas dos estabelecimentos, que podem servir de outdoors. Nos centros comerciais, mesmo com as portas fechadas, estar com uma vitrine atrativa pode ser um diferencial para que o cliente volte e compre. Além disso, cartazes e adesivos podem chamar a atenção das pessoas a conhecerem ou se conectarem com as marcas nas redes sociais.
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