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Jeito diferente para liderar pode ser entrave à sucessão familiar
e quando o sucessor quer fazer do seu jeito e seguir por conta própria?
Preparar o herdeiro desde a infância para assumir o negócio da família é mais do que um sonho do fundador, uma necessidade para a empresa. Mas e quando o sucessor quer fazer do seu jeito e seguir por conta própria?
Empresas familiares estão fadadas a morrer se não fizerem seu planejamento sucessório. Em 2006, estudos da consultoria Bernhoeft já apontavam que brigas levavam à falência 65% das empresas familiares. Pesquisas mais recentes não descartam essa questão como um dos principais problemas. E é por falar nisso que um assunto chama a atenção. Disfarçadas de briga, o que normalmente faz um herdeiro dar tchau ao pai e à empresa são as diferenças no jeito de liderar.
Em geral, uma empresa forte é fundada por um empreendedor forte, mas que, muitas vezes, possui um jeito de liderar que precisa de atualização. Só que o seu maior sonho é ver as coisas continuarem do jeito que fazia antes. “Um dos maiores desafios da sucessão familiar é haver um ‘acompanhamento do tempo’ tanto por parte do fundador quanto por seu herdeiro”, explica a psicóloga e coach Márcia Luz.
Para ela, se o fundador tinha um jeito de liderar baseado em cumprimento de metas e resultados, independente de qualquer coisa, é preciso que tenha condições de acompanhar as mudanças da sociedade e aceitar que seu sucessor terá que manter a ordem, mas com um jeito novo de liderar, baseado na valorização dos colaboradores. “Caso contrário, no contexto atual, a empresa está fadada a morrer mais cedo ou mais tarde. Afinal, uma empresa é feita por gente, independente do ramo de atuação, mas as pessoas que trabalham hoje, não são sequer parecidas com as que trabalham há pouco mais de 10 ou 20 anos”, detalha a especialista.
Esse é um dos pilares da obra escrita pela Márcia Luz “Agora é pra valer”, lançado pela editora DVS, que fala sobre liderança transformadora, ou seja, um jeito de conduzir equipes a resultados, baseada na valorização do indivíduo e de suas necessidades, sem perder o foco em metas e lucro para as empresas. Romanceado, a obra retrata casos da vida real que a especialista experimentou ao longo de 20 anos de carreira. Em sua literatura, o suposto herdeiro da presidência da empresa diz adeus ao legado e vai em busca de seu sonho: uma empresa em que pudesse implantar uma liderança baseada na valorização do ser humano e ainda fosse reconhecido por isso. Conclusão: o filho faz a escolha certa para sua carreira e a nova empresa, decola, enquanto a de seu pai precisa passar por uma readequação de valores para fugir dos baixos resultados.
Segundo Márcia Luz, de modo geral, zona de conforto do jovem sucessor dificulta sua construção de um caminho por conta própria. Mas alguns buscam essa carreira independente a qualquer custo e não é de se estranhar que entre os motivos para isso estejam as diferenças no jeito de liderar entre pai e filho que levam a perda do foco da empresa e, mais além, à falência.
“Isso acontece quando o empreendedor era o inspirador e foi sucedido por um herdeiro mimado e despreparado. Mas também quando o fundador era autoritário e centralizador, mas ficou ultrapassado, porém não aceita um jeito de conduzir diferente do seu, mesmo se aplicado por seu próprio filho. Para todos os casos estamos falando do quanto a falta da implantação de uma liderança transformadora nos dias de hoje pode ‘tirar dos trilhos’ uma companhia”, finaliza Márcia Luz.
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