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Notícia
Maioria dos pequenos empresários usa capital próprio para abrir negócio
Já 9% dos empreendedores pediram empréstimo aos familiares para o investimento e apenas 7% utilizam linhas de crédito bancário
Um estudo encomendado pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) revela que 77% dos pequenos empreendedores tiveram que usar capital próprio na hora de abrir seu negócio. Já 9% afirmaram que pediram empréstimo aos familiares para o investimento e apenas 7% disseram ter utilizado linhas de crédito bancário.
“Apesar de toda publicidade do Governo sobre uma política de redução de juros e de direto acesso ao crédito, o resultado que chegamos é de que o empreendedor não está sendo alcançado pelo sistema financeiro nacional”, afirma o presidente da Confederação Nacional dos Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro.
A pesquisa também trouxe o perfil dos empresários que, em média, são do sexo masculino. Apesar de significativa presença feminina de 31%, os homens lideram com uma fatia de 69% no setor varejista.
Já em relação à escolaridade, quase 50% dos entrevistados afirmaram ter ensino médio completo, ante 43% que possuem formação superior ou pós-graduação. Além disso, mais de 60% dos empreendedores estão no negócio atual há mais de dez anos e 67% já havia trabalhado no varejo ou tiveram negócios herdados dos familiares.
“Esses dados refletem o grau de maturidade do empreendimento do lojista. Empresas que passam do segundo ano de operação conseguem desenvolver a atividade comercial por mais tempo”, explica o economista da CNDL e do SPC, Nelson Barrizzelli.
Investimentos
Sobre o uso de novas tecnologias, o atual cenário varejista sugere uma oportunidade de mercado para empresas desenvolvedoras de softwares e prestadores de serviços/consultoria na área de TI. Segundo apontado no estudo, 82% dos empresários não utilizam novas tecnologias, como o e-commerce, automação comercial informatizada e sites de compras coletivas.
Para Pellizzaro, as empresas de TI pecam por priorizar produtos e serviços para o varejo de grande porte. “Não adianta tentar oferecer para uma mercearia o mesmo sistema que serve para uma grande rede de supermercados. Enxergo nas pequenas e médias empresas um mercado de aproximadamente 800 mil varejistas com grande potencial a ser explorado”.
Em compensação, o estudo mostra que mais da metade dos empresários pretendem investir no negócio com outras formas, como aplicações na loja, adquirindo maquinário e contratando mais empregados. Esses investimentos revelam o otimismo dos pequenos empresários com a economia, uma vez que 57% deles não esperam aumento na inadimplência.
O motivo desse investimento próprio, segundo a CNDL, é que o crédito oferecido pelos bancos é limitado e sua burocracia é alta, assim como os juros cobrados. “Os bancos seguem um raciocínio mercadológico: preferem emprestar capital de giro a curto prazo (juros maiores) do que liberar crédito para um investimento de longo prazo (juros menores)”, analisa Pellizzaro.
Para ele, o mecanismo deveria funcionar exatamente ao contrário, já que, de acordo com o estudo, o faturamento bruto dos varejistas é de aproximadamente R$ 60 mil por mês e 50% empregam de um a quatro funcionários por estabelecimento.
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