A RFB, por meio da Solução de Consulta Cosit nº 48, publicada em 23 de março de 2026, esclareceu os novos limites para dedução do Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica
Área do Cliente
Notícia
Coworking é solução barata para quem está iniciando um negócio próprio
Além de baratear os custos iniciais da empresa, escritórios compartilhados facilitam o networking e a captação dos primeiros clientes
Os espaços compartilhados de trabalho ou escritórios coletivos – conceito conhecido como coworking – têm crescido em grande escala no país, na carona do crescente número de brasileiros que por necessidade ou oportunidade se aventuram no mundo dos negócios. O Brasil ocupa hoje a sétima posição no ranking mundial de empreendedorismo. De acordo com o Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2010/2011, realizado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), entre 2001 e 2009, o número de donos de micro e pequenas empresas e de trabalhadores por conta própria passou de 20,2 milhões para 22,9 milhões no país.
“A principal vantagem do coworking está na economia de custos, principalmente nos primeiros meses de existência da empresa. Gastos que seriam decorrentes da compra ou aluguel de um imóvel, luz, além de linhas telefônicas e conexões de internet deixam de existir, o que dá mais tranquilidade ao empresário que está iniciando”, explica Andrei Bordin, um dos diretores da Trampolim, empresa que oferece esse tipo de serviço em São Paulo.
Localizada em Perdizes, na zona Oeste da capital, a Trampolim oferece toda a estrutura administrativa, como ponto de acesso a internet, telefone, sala de reunião e secretária para auxiliar na rotina. Os valores são definidos de acordo com a quantidade de dias que a pessoa compartilhará o escritório. Há, inclusive, planos mensais e possibilidades de alugar salas, de acordo com a necessidade e tamanho da empresa do interessado.
“Outro público que tem recorrido bastante ao coworking são jovens recém-formados, que saem das universidades com uma boa ideia na cabeça e ávidos por se tornarem donos de seus próprios negócios. Para eles, dividir o escritório com outros tipos de profissionais, além de enriquecer a experiência, ajuda no networking, essencial para a captação de clientes”, afirma Bordin. O executivo da Trampolim também diz que o escritório coletivo tem sido procurado por pessoas de outros estados que, de passagem por São Paulo, usam a estutura oferecida pela empresa para exercerem suas atividades durante o período de estada.
Apesar do crescimento desse conceito de espaço de trabalho compartilhado no país, Bordin acredita que o coworking ainda pode e deve ser mais difundido. “Esse modelo nasceu nos Estados Unidos em 2005 e por lá já virou solução para inúmeros micro e pequenos empresários e autônomos. No Brasil, esse modelo chegou em meados de 2009 e, passados os três primeiros anos, ainda estamos engatinhando. Aos poucos, porém, as pessoas vão conhecendo melhor o sistema e se permitindo experimentar, para sentir no bolso e na força de seu negócio as vantagens dos escritórios coletivos”, conclui o diretor da Trampolim.
Sucesso do Coworking aumenta em São Paulo
Em São Paulo há vários Coworkings, mas só um está fora do eixo Pinheiros/Paulista: o MyJobSpace - o único localizado na zona Sul de São Paulo. Com mais de 600 metros quadrados, dois andares, auditório, 5 salas de reuniões, duas com TVs de LCD, copa, varanda e todos os serviços integrados, o MyJobSpace possui todas as qualidades que o “conceito” pode acarretar: colaboração, acessibilidade e sustentabilidade num lugar só.
“É um ambiente de trabalho melhor que a sua sala, mais tranquilo que uma mesa de shopping e certamente muito mais barato que um escritório convencional. É uma forma de se conectar com pessoas talentosas, pessoas com quem você pode vir a trabalhar também” afirma Ana Fontes, proprietária do Coworking.
Esse modelo surgiu em 2005 nos Estados Unidos, criado pelo analista de sistemas Bred Neuberg como uma alternativa para fugir do trabalho em casa. Nele, profissionais de diferentes áreas alugam espaços para trabalhar em um local de “Coworking” - ao pé da letra “Cotrabalho”, ou melhor, “escritório Colaborativo” - aumentando a interação e possibilidades de networking. É um modelo que está dando certo porque sai totalmente fora das amarras de um escritório formal, sem oferecer os riscos das liberdades do home office.
Hoje em São Paulo, um escritório próximo ao metrô com pequena metragem, não sai por menos de R$ 2 mil, sem contar as despesas de condomínio, luz, copeira, faxineira e contratempos comuns que só quem tem um escritório sabe, “ Aqui as pessoas que frequentam não precisam se preocupar com a limpeza, se o café vai dar até o final da semana” brinca a proprietária Ana Lúcia Fontes, “ Aqui é só chegar, e trabalhar! O resto fica por nossa conta” afirma.
Sem contar que o espaço colaborativo se torna mais atraente por provocar diariamente um exercício de Networking, a oportunidade de conhecer pessoas interessantes, profissionais, empresas e parceiros que frequentam o espaço.
Notícias Técnicas
Aposentados e pensionistas podem ser obrigados a entregar a declaração do Imposto de Renda 2026 conforme renda, bens e outros critérios da Receita
Há quem simplifique na hora de explicar sobre os regimes de apuração do PIS-Pasep e Cofins e diga que as empresas optantes pelo Lucro Presumido se enquadram e as do Lucro Real no regime da não
A maioria das PMEs ainda está operando sem os ajustes necessários para a emissão de notas e cálculo de tributos
Como softwares em nuvem transformam a gestão de ativos, fidelizam clientes e aumentam a eficiência contábil
Notícias Empresariais
O futuro do RH não será definido pela sua capacidade de digitalização, mas pela sua habilidade de estabelecer fronteiras claras entre o que pode ser automatizado e o que deve permanecer sob responsabilidade humana
No verdadeiro sentido da palavra, liderar não é mandar, mas conduzir pessoas rumo a um objetivo comum, crescendo juntos ao longo do caminho
Com impacto direto na saúde, na produtividade e no bem-estar dos colaboradores, o sedentarismo corporativo desafia empresas a criarem rotinas mais ativas e benefícios que estimulem movimento
Planejamento previdenciário, reposicionamento profissional e renda complementar ganham peso para quem quer chegar à aposentadoria com mais segurança financeira
Documento é indispensável em transações com empresas, mas dispensa de emissão para pessoas físicas não desobriga o controle financeiro do negócio
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional