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Emprego cai 15,3%
A queda foi de 15,3% em relação aos 246.875 do mesmo mês de 2010.
A crise econômica que assombra o mundo já está afetando a criação de empregos no Brasil. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que o país gerou 209.078 postos formais em setembro, o pior número para o mês desde 2006. A queda foi de 15,3% em relação aos 246.875 do mesmo mês de 2010. Com a desaceleração da economia, a tendência é de que as contratações fiquem ainda mais prejudicadas daqui para a frente.
Nos últimos nove meses, as novas vagas chegaram a 2.079.188, inferior ao mesmo período do ano passado — de 2.490.148. Mesmo com o mau momento do mercado de trabalho, o ministro Carlos Lupi mantém o otimismo. "Ainda que em meio à crise, a geração de empregos no Brasil, se comparada ao restante do mundo com os mesmos direitos trabalhistas, é a maior", declarou. Para ele, a criação dos postos de trabalho ainda é robusta. "Acredito que os próximos meses serão muito bons."
A previsão de Lupi para o acumulado de 2011 era de 3 milhões de empregos. No entanto, devido ao baixo desempenho do mercado de trabalho, a expectativa foi reformulada. "Acredito que chegue a esta quantia se somarmos o Caged com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) — postos fora do sistema celetista", disse.
Para o economista Cláudio Salvadori Dedecca, da Unicamp, o resultado de setembro já era esperado. "A economia não vive um período extraordinário, como no ano passado. Sem dúvidas, isso tem reflexos na geração de empregos", disse. "Seria impossível chegar a 3 milhões com uma taxa de crescimento significativamente inferior à de 2010, quando ficamos em 2,5 milhões." Ele prevê que, em 2012, o comportamento de empregos fique semelhante ao deste ano. "Não acho que passará de 2,3 milhões."
Entre os setores, a agricultura puxou a desaceleração da criação dos postos de trabalho, com 20.874 pessoas demitidas — variação de -1,22% no mês. "É um fator sazonal, principalmente por causa do cultivo do café", justificou o ministro. Já serviços (91.744 vagas), comércio (42.373), indústria de transformação (66.269) e construção civil (24.977) motivaram o crescimento, ainda que abaixo da média.
Rotatividade
O ministro destacou, ainda, a alta rotatividade do mercado de trabalho, já que os números de admissões (1,763 milhão) e de demissões (1,554 milhão) foram recordes para setembro. "O lado bom é que isso mostra que a economia ainda está aquecida. Mesmo que a quantia de desligados tenha sido a maior, os colocados também. Por isso, não é preocupante", afirmou.
Lupi torce para que a taxa básica de juros (Selic) continue em queda. "Para mim, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) está na direção certa. Ainda temos a taxa mais alta do mundo. Espero que isso mude, para que a produção possa alavancar", defendeu. Ele atribuiu a perda de ritmo da criação de empregos formais ao enfraquecimento da indústria. "Temos de proteger o mercado interno para que possamos gerar postos de trabalho."
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