Novas regras a partir de 2026 mudam o tratamento tributário da incorporação de lucros ao capital social e exigem atenção de contadores e empresas
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Óleo de cozinha no esgoto acaba com o meio ambiente e encarece água
á temos problemas demais com poluição e lixo descartado incorretamente e, o óleo vegetal, não precisa ser mais um
á temos problemas demais com poluição e lixo descartado incorretamente e, o óleo vegetal, não precisa ser mais um poluente nesta equação. Descartar óleo vegetal na rede de esgoto, ou direto na natureza, é o pior que pode acontecer em se tratando de resíduos domésticos, pois, todo o material vai direto dos canos das casas até córregos, rios e até mesmo o solo.
O poder destrutivo do óleo vegetal também agride toda a estrutura de esgoto, causando entupimento em canos e estragando tubulações: “Um único litro de óleo de cozinha pode poluir até 10000 litros de água e há estudos que indicam que este mesmo litro de óleo pode, indiretamente, atingir muito mais” explica Vitor Dalcin, executivo da Ambiental Santos.
Quando o óleo chega até um córrego, o estrago é enorme, interferindo na passagem de luz na água. O resultado é perceptível no crescimento vegetal e no fluxo de água, impedindo a transferência do oxigênio e matando toda a vida aquática destes ecossistemas que praticamente acaba extinta.
Solo prejudicado
E não é apenas a água que o óleo descartado incorretamente destrói. O solo é outra vítima deste descarte, ficando impermeabilizado e impedindo que a água se infiltre e criando alagamentos . O óleo é carregado pela chuva, se acumula nas margens do rio e os problemas se multiplicam. Basta imaginar o tamanho do estrago com o acúmulo de anos e anos de óleo nos terrenos para entender a real dimensão do problema.
Tratamento de água mais caro
De acordo com o portal da ONG Trata Brasil, mais de 2 bilhões de pessoas vivem em países que experimentam estresse hídrico enquanto que 4 bilhões de pessoas vivenciam uma escassez hídrica grave durante pelo menos um mês do ano.
Somando isso tudo com o fato de que 60% os alimentos de todo o mundo são produzidos em terras regadas apenas por águas pluviais, o descarte de óleo passa a ser um fator agravante até mesmo para agricultura:
“E tem ainda essa estiagem que é a maior da história do Paraná, portanto poluir água não é uma opção. O óleo na água deixa o tratamento até 45% mais caro e intensifica o efeito estufa. O contato da água poluída pelo óleo, quando chega ao mar, gera uma reação química liberando muito mais gás metano! Não tem como escapar! Óleo descartado de maneira equivocada e irresponsável causa mais estragos do que as pessoas imaginam” alerta Vitor.
Todos os efluentes contaminados com óleos precisam passar por tratamento antes de retornarem ao meio ambiente. Os óleos vegetais são gorduras extraídas de plantas e, portanto, biodegradáveis, são classificados pela sua periculosidade como classe II.
Dependendo do caso e do volume de óleo que foi descartado incorretamente, é até possível destinar para o tratamento biológico com bactérias que degradam os contaminantes oleosos presentes no efluente, porém este processo é caro e lento. O resultado é perceptível na conta d’água - sem contar o desperdício.
O que fazer?
Separar o óleo e dar a destinação correta! Tanto grandes geradores (como restaurantes) quanto os pequenos (residências e condomínios) precisam armazenar o óleo em embalagens adequadas, como garrafas pets bem vedadas, para que o material seja recolhido por empresa especializada e autorizada, ou no caso das residências, levar até um ponto de coleta. Jogar o óleo no ralo não é - e nunca foi - uma opção.
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